EventsEventosPodcasts
Loader
Find Us
PUBLICIDADE

Contra sanções dos EUA, iranianos celebram aniversário da "crise dos reféns"

Contra sanções dos EUA, iranianos celebram aniversário da "crise dos reféns"
Direitos de autor 
De  Ricardo Figueira
Publicado a
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Esta manifestação para celebrar os acontecimentos de 1979 é a resposta iraniana ao "sanctions are coming" de Donald Trump.

PUBLICIDADE

Numa altura em que as relações entre os Estados Unidos e o Irão voltam a degradar-se, com o regresso das sanções anunciado por Donald Trump e o rasgar do acordo sobre a energia nuclear, milhares de pessoas saíram à rua para festejar o aniversário do acontecimento que viria a definir as relações entre os dois países até hoje:

Foi há 39 anos - novembro de 1979 - que aconteceu o assalto à embaixada norte-americana em Teerão por parte de um grupo de estudantes e a tomada de reféns, que viria a durar 444 dias. Aconteceu pouco depois da Revolução Islâmica que depôs o Xá e colocou no poder o aiatola Khomeni.

Na sexta-feira, a administração Trump anunciou o regresso das sanções ao Irão, nos setores financeiro, energético e de exportação. é o segundo pacote de sanções a ser restaurado.

"Sempre houve sanções e estamos habituados a elas. Quanto mais duras são, mais resistentes nos tornamos. O povo iraniano vai provar que é leal ao Líder Supremo e que não o vai abandonar", diz uma manifestante.

O regresso das sanções aconteceu depois de, em maio, Trump ter tirado os Estados Unidos do acordo sobre a energia nuclear iraniana, que tinha sido aprovado pelo antecessor, Barack Obama.

Foi com esta paródia à série "Game of Thrones" que Trump anunciou, no Twitter, o regresso das sanções ao Irão.
Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Marinha iraniana sequestra petroleiro no Mar Vermelho

Milhares de túmulos iluminados não deixam apagar a memória do Dia D

Biden anuncia restrições aos pedidos de asilo para "controlar a fronteira" com o México