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Diagnóstico tardio do VIH preocupa

Diagnóstico tardio do VIH preocupa
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O diagnóstico tardio da infeção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana é um dos principais problemas no combate à doença em Portugal, é a conclusão de um estudo do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge e da Direção Geral de Saúde.

De acordo com o relatório Infeção VIH e SIDA, mais de metade das 1 068 infeções registadas em 2017 foi diagnosticada demasiado tarde, sendo que nos indivíduos com idade igual ou superior a 50 anos o diagnóstico tardio aconteceu em mais de dois terços dos casos.

Números que colocam Portugal na cauda da Europa nos diagnósticos mas nem tudo são más notícias. O número de novas infeções continua a baixar e caiu cerca de 40% na última década, sendo que as infeções associadas ao consumo de drogas injetadas, outrora uma das maiores preocupações, atingiu um mínimo histórico de 1,8%.