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Primeiro-ministro maltês mantém-se no cargo

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Direitos de autor REUTERS/Vincent Kessler
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De  Nara Madeira
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Primeiro-ministro maltês diz que só deixa o cargo quando for escolhido um sucessor, o que deverá acontecer em janeiro.

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Nem a contestação nas ruas foi suficiente para levar o primeiro-ministro de Malta a demitir-se, de imediato. O Partido Trabalhista, do qual faz parte, mantém o apoio a Joseph Muscat. E este, em comunicado à Nação, afirmou que sairá quando o partido escolher um novo líder. O que acontecerá, tudo indica, no congresso de janeiro.

A crise desencadeada pela investigação à morte da jornalista Daphne Caruana Galizia aumentou a pressão para que se demita. Milhares de pessoas participaram, este domingo, numa marcha contra o governo, na capital do país, Valetta. Evento organizado, e entre outros, pelo grupo ativista Repubblika e liderado por membros da família Caruana Galizia.

No sábado foi formalmente acusado de cumplicidade no referido assassinato um dos homens mais ricos de Malta, Yorgen Fenech, que tem alegadas ligações a ministros e altos funcionários do governo.

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