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Espanha impõe quarentena a viajantes

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Espanha impõe quarentena a viajantes
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É difícil falar em triunfos quando todos os dias trazem desafios diferentes. França tenta reverter o peso do confinamento ativando, de novo, o comércio e implementando medidas que geram controvérsia, como a reabertura de creches e escolas primárias para cerca de 1,5 milhão de crianças.

Em Paris, a polícia trabalha constantemente para separar grandes ajuntamentos nas ruas. Isto numa altura em que o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças relembra que é preciso avançar com muita cautela porque "não será nos próximos meses" que vai surgir o tratamento eficaz para a Covid-19.

A Organização Mundial de Saúde, através do diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus, recorda que "o levantamento progressivo das restrições destina-se a dar um novo estímulo às economias e, ao mesmo tempo, manter a vigilância sobre o vírus".

Do lado do Reino Unido, Boris Johnson debate-se com as críticas vindas dos governos da Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte, que denunciam falta de clareza e de visão de conjunto.

O primeiro-ministro britânico responde que "a epidemia está em fases diferentes em sítios diferentes do país. É totalmente acertado haver abordagens diferentes nas várias administrações".

Já em Espanha, onde os maiores centros urbanos continuam em confinamento, foi decretado que todas as pessoas provenientes do estrangeiro cumpram uma quarentena de duas semanas à chegada ao país.

Itália anunciou que cabe a cada região determinar a data de reabertura de bares, restaurantes, museus, sendo que a luz verde pode ser dada a partir do dia 18 de maio.

Vladimir Putin declarou que as restrições vão ser atenuadas na Rússia, um anúncio recebido com surpresa após a divulgação de mais de 11 mil casos de infeção em 24 horas e abertura de um hospital de campanha num centro de exposições em Moscovo.