Minnesota a ferro e fogo

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Direitos de autor Ringo H.W. Chiu/Copyright 2020 Associated Press. All rights reserved.
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De  Nara Madeira
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Mais uma jornada de violentos protestos em várias cidades dos EUA depois do assassinato de um afro-americano, por um polícia, em Mineápolis.

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Mais uma jornada de violentos protestos em várias cidades dos EUA. O assassinato de um afro-americano, por um polícia, em Mineápolis, continua a provocar a ira entre muitos e há quem aproveite para vandalizar e saquear espaços comerciais e empresas e provocar incêndios.

Em Atlanta, foi imposto um recolher obrigatório a partir das 21h, depois da onda de violência que eclodiu na cidade.

Em Mineápolis, conhecida pela longa história de segregação e conflito racial, nem a proibição de andar nas ruas depois das 20h calou os protestos.

O governador do Minnesota mobilizou o estado inteiro para proteger a cidade enquanto pedia aos residentes para regressarem a casa e ficarem por lá. Para Tim Walz já não se trata apenas da morte de George Floyd. O que está a acontecer, na cidade, é um ataque à sociedade civil, está a incutir-se medo e a desestabilizar-se as cidades.

George Floyd foi assassinado, na segunda-feira, por um polícia que colocou o joelho no seu pescoço e manteve pressão durante mais de oito minutos. Isto apesar de Floyd, que estava desarmado e algemado, dizer que não conseguia respirar.

O agente e outros três foram, entretanto, afastados dos seus postos. O responsável pela morte, que foi filmada, será julgado.

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