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Fluminense contrata DJ para criar ambiente de público nos jogos

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Brasil   -   Direitos de autor  AFP
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Jogos de futebol sem público são uma das expressões mais visíveis dos efeitos da pandemia no mundo. Para abafar esse som do silêncio perturbador, os clubes tentam ser criativos.

No Brasil, o Fluminense, contratou Franklim Scheleger, o DJ Frank, para quem, ser a voz da torcida é muito mais do que um trabalho:

"Eu nunca tinha feito nada parecido, nada do tipo e - eu já tinha feito alguns eventos dentro do clube - porém recebi o convite e fiquei muito honrado por estar representando a torcida do meu time de coração e é uma sensação que ainda é incrível, é indescritível."

O desafio é enorme: ser a alma e a voz de milhares de adeptos, em cada momento do jogo.

"Tenho vivência de arquibancada e isso é o que facilita bastante porque a torcida tem um canto específico para cada momento da partida, afirma, acrescentando: "O maior desafio é acertar as reações e é por isso que a gente tem que estar sempre ligado no jogo para poder jogar as reações no tempo certinho."

O esforço solitário de um só espetador para que as emoções do futebol possam continuar a ser partilhadas por milhões.

No Palmeiras é o speaker oficial do clube, Marcos Costi, quem tem a tarefa de trazer o som dos adeptos para os jogos da equipa em casa.

Outros clubes têm recorrido a outras soluções sonoras para preencher o vazio, mas nada substitui os gritos vindos do coração de milhares de pessoas animadas pela mesma paixão.