Tikhanovskaya faz ultimato a Lukashenko

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Líder da oposição dá duas semanas até apelar à paralisação da Bielorrússia.

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A contagem decrescente está em marcha: a líder da oposição bielorrussa lançou um ultimato a Alexander Lukashenko. Ou o controverso presidente se demite e liberta os prisioneiros políticos no prazo de duas semanas ou Svetlana Tikhanovskaya vai apelar à paralisação da Bielorrússia. Concretamente, a uma greve geral e a uma mobilização massiva e pacífica nas ruas.

Isto mesmo foi escrito numa rede social por Tikhanovskaya, exilada na Lituânia. O relógio conta até ao dia 25 de outubro.

Lukashenko continua a afirmar que ganhou legitimamente as eleições de 9 de agosto e até se deixou filmar numa visita a uma prisão, onde se reuniu com figuras destacadas da oposição.

Tikhanovskaya exige ainda o fim do "terrorismo de Estado" e da repressão policial. No início da semana ficaram registadas imagens de confrontos naquela que ficou conhecida como a "Marcha dos Reformados", em Minsk.

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