EventsEventos
Loader

Find Us

FlipboardLinkedin
Apple storeGoogle Play store
PUBLICIDADE

Pandemia já matou 186 mil pessoas na Rússia

Pandemia já matou 186 mil pessoas na Rússia
Direitos de autor Aptv
Direitos de autor Aptv
De  Euronews
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

As estatísticas divulgadas hoje revelam que a Rússia é o terceiro país mais fortemente afetado pela pandemia. Desde abril já perdeu 186 mil pessoas

PUBLICIDADE

A Rússia registou desde abril, altura em que a pandemia entrou no país, mais de 116 mil mortes por Covid-19.

Os números agora divulgados pelo gabinete de estatísticas, Rosstat, ultrapassam largamente a contagem que vinha sendo feita pelo gabinete de crise do governo da luta contra a pandemia.

Só em novembro, o gabinete contabilizou 12.229 mortos; o serviço de estatística registou 35.645.

Segundo o Rosstat, em oito meses morreram 116.030 pessoas devido à doença provocada pelo novo coronavírus; o centro de crise do governo registava apenas 40.464.

Este organismo contabiliza apenas, diariamente, as mortes confirmadas por autópsia e é com base neste números que o Kremlin tem afirmado que a Rússia tem respondido melhor ao desafio do novo coronavírus que a maior parte dos países.

Entre as mortes diretas pela Covid-19 e as mortes por consequências da doença, a Rússia perdeu 186 mil pessoas.

Os números agora divulgados colocam o país entre os três mais fortemente afetados pela pandemia, tendo à frente só os Estados Unidos - com mais de 330 mil mortos - e o Brasil - com mais de 190 mil.

A Rússia está a viver a segunda vaga da pandemia. As autoridades russas rejeitaram a ideia de um novo confinamento por razões económicas e apostam tudo na vacina Sputnik-V, que começaram a administrar à população no início de dezembro.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Controversa lei de mobilização entra em vigor na Ucrânia

Guerra na Ucrânia: dez mil pessoas obrigadas a abandonar Kharkiv

Presidente da Geórgia garante em entrevista à Euronews que vai vetar lei dos "agentes estrangeiros"