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Um ano depois do "paciente zero" na Europa

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Um ano depois do "paciente zero" na Europa
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O dia 24 de janeiro de 2020 vai ficar para sempre na memória do médico francês Denis Malvy. Há um ano teve à sua frente o primeiro paciente com Covid-19 na Europa, um francês de origem chinesa, que acabava de voltar de Wuhan, o epicentro do novo coronavírus.

O especialista em doenças infeciosas do Hospital Universitário de Bordeaux, compreendeu rapidamente o risco da pandemia. Um ano depois, o vírus ainda está bem presente, mas o médico que assistiu a tudo desde o início pretende guardar o otimismo, dizendo que vê a luz no fim do túnel. No entanto, defende que ainda há muita coisa que pode ser melhorada.

Acho que é preciso fortalecer, continuar a trabalhar nos testes, a rastrear e a isolar. Ainda não é suficiente. Não é por termos muitos testes e por os fazermos que vamos resolver o conjunto da situação.
Denis Malvy
Especialista doenças infeciosas - Hospital Universitário de Bordeaux

O médico considera que a vacina é uma ferramenta necessária, mas diz que não é suficiente. Este especialista em doenças infeciosas não deixa de sublinhar a importância das medidas de prevenção, como o uso de máscara e o distanciamento social.