EventsEventosPodcasts
Loader
Encontra-nos
PUBLICIDADE

Arquitetos procuram soluções verdes para refrescar edifícios

Arquitetos procuram soluções verdes para refrescar edifícios
Direitos de autor AFP
Direitos de autor AFP
De  Euronews
Publicado a
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Telhados ou paredes cobertas de vegetais são as soluções de vários arquitetos em Banguecoque e Singapura para reduzir a temperatura dos edifícios

PUBLICIDADE

Uma cidade mais verde para respirar melhor.

A arquiteta paisagista Kotchakorn Voraakhom desenhou o novo telhado da Universidade Thammasat de Banguecoque. Aqui estudantes e funcionários podem plantar e colher frutas e vegetais.

Uma inovação que também ajuda a arrefecer o edifício na tórrida capital da Tailândia, onde os residentes muitas vezes se trancam dentro de casa para escapar ao calor, utilizando de forma desproporcionada o ar condicionado.

A arquiteta responsável do projeto, Kotchakorn Voraakhom, afirma: "Penso que os humanos têm de se adaptar em vez de pensarem em consumir em demasia para resolver o problema. Cada um pode resolver o seu próprio problema, mas isso cria, de facto, um problema global maior".

Singapura, também não é brincadeira quando se trata de temperaturas e humidade elevadas, durante todo o ano. E também aqui os arquitetos procuram soluções alternativas, verdes, para "salvar o que pode ser salvo".

O Oasia Hotel Downtown, no coração da cidade, foi concebido para permanecer fresco, graças a mais de 20 espécies de plantas trepadeiras, que crescem na sua fachada de alumínio e que, segundo o construtor, manterá a temperatura 10 a 20 graus abaixo da dos edifícios vizinhos.

A estrutura de 27 andares aloja mais de dez vezes a quantidade de vegetação encontrada no local antes da sua construção, e os seus grandes terraços abertos permitem ventilação e iluminação naturais e reduzem o consumo de energia.

Num esforço para reduzir as emissões, Singapura pretende tornar verde 80 por cento dos seus edifícios até 2030. Nesta cidade-estado os edifícios são responsáveis por mais de 20 por cento das emissões de carbono.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Terraço do edifício que ruiu em Palma de Maiorca era ilegal

O que fez colapsar o restaurante Medusa em Maiorca?

Incêndio de grandes dimensões consome depósito de gás na Tailândia