Presidente cazaque pede ajuda à Rússia para lidar com protestos

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Kassym-Jomart Tokayev classificou manifestações de "ameaça terrorista"

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O presidente do Cazaquistão apelou à ajuda de Moscovo e dos aliados para pôr fim à forte vaga de contestação no país, que classificou de "ameaça terrorista".

Kassym-Jomart Tokayev lançou o apelo à Organização do Tratado de Segurança Coletiva - aliança militar que une a Rússia e outras cinco ex-repúblicas soviéticas - depois dos protestos contra o aumento dos preços do gás terem visado vários edifícios governamentais na capital financeira do país, Almaty.

Kassym-Jomart Tokayev, presidente do Cazaquistão:"Apelo aos chefes de Estado da Organização do Tratado de Segurança Coletiva para ajudarem o Cazaquistão a ultrapassar esta ameaça terrorista. Na realidade, não é uma ameaça, mas um atentado à integridade territorial. É um ataque aos nossos cidadãos, que me pedem a mim, Chefe de Estado, que os ajude urgentemente."

O presidente destituiu o governo e decretou o estado de emergência em várias partes do país, na sequência dos protestos.

As autoridades responderam com gás lacrimogéneo e granadas atordoantes contra os manifestantes reunidos esta quarta-feira em Almaty, que dizem ser responsáveis pela morte de vários polícias e elementos do Exército.

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