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Chega feliz com crescimento lamenta continuidade de António Costa

André Ventura satisfeito com projeções
André Ventura satisfeito com projeções Direitos de autor RUI MINDERICO/ LUSA
Direitos de autor RUI MINDERICO/ LUSA
De  Bruno Sousa
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Partido de direita populista fundado em 2019 é apontado pelas sondagens à boca das urnas como um dos grandes vencedores da noite

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Fundado em abril de 2019, o Chega nem precisou de três anos de existência para se assumir como a terceira força política em Portugal. Depois de ter eleito um deputado nas legislativas de 2019, o partido liderado por André Ventura é apontado pelas sondagens à boca das urnas como um dos grandes vencedores nas legislativas antecipadas desde domingo.

Positivo para o Chega, mau para o país se António Costa voltar a ser primeiro-ministro.
André Ventura
Presidente do Chega

De acordo com a projeção da CESOP - Universidade Católica Portuguesa para a RTP, a extrema direita portuguesa deverá eleger entre 7 e 13 deputados. André Ventura não demorou a reagir e mostrou-se cauteloso, ainda assim congratulou-se com o crescimento do partido:

Podíamos ficar felizes com o crescimento do Chega, e ficamos porque as pessoas perceberam a mensagem”.

Ventura referiu, no entanto, que a noite também ficava por “um dado menos positivo”, uma vez que "a__parentemente, António Costa renovará uma maioria para poder governar. Portanto, eu diria que temos uma boa notícia e uma má notícia”.

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