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Exige-se o fim da invasão da Ucrânia diante da embaixada da Rússia em Lisboa

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De  Francisco Marques
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Portugal e Ucrânia unem-se em manifestações anti-guerra por diversas cidades
Portugal e Ucrânia unem-se em manifestações anti-guerra por diversas cidades   -   Direitos de autor  RODRIGO ANTUNES/LUSA

Têm decorrido diariamente desde sexta-feira diversas manifestações em Portugal de solidariedade para com as vítimas da invasão da Ucrânia e este domingo há milhares de pessoas diante da embaixada da Rússia, em Lisboa, a exigir o fim da guerra.

A diáspora ucraniana é uma das maiores em território português. São cerca de 40 mil pessoas, um terço delas já com dupla nacionalidade, mas nestes eventos há pessoas de diversas origens e idades a exigir o fim da guerra na Ucrânia e a acusar Vladimir Putin de "terrorismo" contra os ucranianos.

Em Lisboa, o palácio de Belém, residência oficial do Presidente da República, iluminou-se sábado à noite com as cores da bandeira da Ucrânia, amarelo e azul.

No Porto, a comunidade ucraniana e fiéis portugueses juntaram-se em cerimónias religiosas realizadas em igrejas católicas e ortodoxas da cidade invicta.

De Braga a Beja, houve ao longo de sábado vários eventos de apoio à Ucrânia.

Este domingo, há novas manifestações a decorrer, nomeadamente em Lisboa diante da embaixada da Rússia e também no Terreiro do Paço.

O objetivo é manter viva a voz e a resiliência do povo ucraniano que resiste aos bombardeamentos russos e tenta manter o controlo das principais cidades perante um dos exércitos mais bem apetrechados do planeta.

Este é um momento difícil para muitas famílias residentes na Ucrânia, incluindo homens portugueses com dupla nacionalidade já mobilizados ao abrigo da Lei Marcial em vigor no país para combater as forças fiéis a Vladimir Putin.

Editor de vídeo • Francisco Marques

Outras fontes • RTP, AFP