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Massacre de Tiananmen foi há 33 anos

O homem solitário que enfrentou uma coluna de tanques
O homem solitário que enfrentou uma coluna de tanques Direitos de autor Jeff Widener/AP
Direitos de autor Jeff Widener/AP
De  Ricardo Figueira com AP
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Autoridades chinesas reforçaram a segurança em Pequim e Hong Kong, para evitar comemorações da data.

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Tal como acontece todos os anos, a praça Tiananmen, em Pequim, acordou este sábado, 4 de junho, com segurança reforçada. Este é o ex-líbris da cidade, local de passagem obrigatório para todos aqueles que visitam a capital chinesa, mas é impossível passar por aqui sem pensar no que aconteceu faz exatamente trinta e três anos. Os tanques do exército chinês puseram fim, brutalmente, às manifestações pela democracia e mataram centenas de pessoas... algumas estimativas falam mesmo em cerca de mil mortos.

A segurança reforçada não acontece só em Pequim. Também em Hong Kong, antiga colónia britânica que tem sido palco de manifestações pela democracia e contra o governo de Pequim, a polícia saiu em força para as ruas e os ajuntamentos foram proibidos, para evitar qualquer aproveitamento da data para novos protestos contra Pequim.

Do massacre de 4 de junho de 1989, a imagem mais forte a ficar até aos dias de hoje é a do homem que enfrentou sozinho uma coluna de tanques e acabou detido. Nunca ninguém lhe soube o nome nem o que aconteceu. O episódio pôs fim a várias semanas de protesto em que milhares de estudantes se juntaram na praça para pedir reformas democráticas.

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