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Lavrov em Luanda à procura de apoio

Teté António, Ministro angolano das Relações Exteriores, recebe em Luanda o homólogo russo Serguei Lavrov
Teté António, Ministro angolano das Relações Exteriores, recebe em Luanda o homólogo russo Serguei Lavrov Direitos de autor Ministério russo dos Negócios Estrangeiros via AP
Direitos de autor Ministério russo dos Negócios Estrangeiros via AP
De  Teresa Bizarro com Lusa
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Ministro russo dos Negócios Estrangeiros denúncia pressões sobre os países em desenvolvimento e diz que o Ocidente "pode trair os aliados" de um momento para o outro

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Ministro russo dos Negócios Estrangeiros acusa o ocidente de pressionar os países em desenvolvimento para alinharem a favor da Ucrânia. Declarações de Serguei Lavrov em Luanda, mais uma etapa do périplo africano declaradamente à procura de apoio internacional.

A guerra na Ucrânia foi tema central das conversas com as autoridades angolanas que pediram a Lavrov uma avaliação da situação no terreno. O chefe da diplomacia russa quis apontar o dedo aos aliados ocidentais, acusando-os de "transformar a Ucrânia no palco de uma guerra híbrida" contra a Rússia.

Ocidente “pode trair os aliados” de um momento para o outro, diz Lavrov

Nas Nações Unidas, Angola absteve-se num primeiro momento de condenar a invasão russa. Só em outubro votou a favor da resolução que censura a anexação de territórios ucranianos. Já este mês, o presidente angolano apelou à Rússia para que declare "um cessar-fogo definitivo e incondicional".

Numa curta declaração aos jornalistas à saída de uma audiência com o Presidente angolano João Lourenço, Serguei Lavrov deixou recados ao país africano, tradicional aliado a Rússia que se tem aproximado nos últimos tempos dos EUA e outros países, salientando que o Ocidente “pode trair os aliados” de um momento para o outro.

Lavrov saudou “o diálogo muito prolongado e consistente” com João Lourenço, com quem discutiu em detalhe as relações bilaterais, notando a intenção recíproca de as desenvolver em vários domínios

Rússia e Angola preparam a segunda cimeira bilateral, marcada para o próximo mês de Julho, em São Petersburgo.

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