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Borrell adverte para guerra regional no Médio Oriente

Borrell com o ministro dos Negócios Estrangeiros de Itália, Antonio Tajani, na reunião de Capri
Borrell com o ministro dos Negócios Estrangeiros de Itália, Antonio Tajani, na reunião de Capri Direitos de autor AP Photo/Gregorio Borgia
Direitos de autor AP Photo/Gregorio Borgia
De  Euronews
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Comentários foram feitos na cimeira de chefes da diplomacia do G7, em Capri, onde também se discutiu a Ucrânia.

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O líder da política externa da União Europeia, Josep Borrell, advertiu que o Médio Oriente está à beira de uma guerra regional. Os comentários foram feitos na ilha italiana de Capri, onde os chefes da diplomacia dos sete países mais industrializados do mundo (G7) estão reunidos para debater as situações no Médio Oriente e na Ucrânia.

"Temos de pedir a Israel que dê uma resposta moderada ao ataque iraniano. Não podemos fazer uma escalada. Não se pode responder cada vez mais alto a uma guerra regional. Não quero exagerar, mas estamos à beira de uma guerra regional no Médio Oriente", disse Borrell.

A violência tem conhecido uma escalada e está a alastrar-se para lá da Faixa de Gaza, com um recente ataque aéreo iraniano a Israel, em resposta a um ataque israelita ao consulado do Irão em Damasco, que matou várias patentes militares. Israel tem igualmente levado a cabo ataques mortíferos no território do Líbano, contra o Hezbollah, aliado do Irão e do Hamas.

Apelos a armamento da Ucrânia

Os ministros debatem também a guerra na Ucrânia, que fez dois anos em fevereiro, Borrell pede aos líderes ocidentais que acelerem a ajuda militar a Kiev. Um apelo repetido pelo secretário de Estado norte-americano Antony Blinken: "É urgente que todos os amigos e apoiantes da Ucrânia maximizem os esforços para fornecer à Ucrânia o que ela precisa para continuar a defender-se eficazmente contra esta agressão russa", disse Blinken.

Os EUA e vários países europeus estão a discutir propostas para utilizar os lucros gerados por milhares de milhões de euros de ativos russos congelados para ajudar a fornecer armas e outros fundos à Ucrânia. Essas propostas ganharam força à medida que os esforços americanos para garantir o financiamento militar estagnaram no Congresso.

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