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EUA classificam ciberataque como um "grave risco"

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Piratas informáticos acederam aos sistemas de agências Federais dos Estados Unidos. Joe Biden garante que cibersegurança é uma prioridade

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A Agência de Segurança Cibernética e Infraestruturas dos Estados Unidos da América concluiu que o recente ciberataque que ocorreu a nível global, e alegadamente atribuído a piratas informáticos russos, representa um "grave risco" para o Governo Federal.

O ataque terá comprometido "infraestruturas cruciais" do país como, por exemplo, o departamento da Energia ou os departamentos do Tesouro e do Comércio, sendo por isso necessário proceder a uma limpeza complexa dos sistemas.

Em março, os piratas informáticos terão utilizado atualizações do software, com códigos maliciosos ocultos, para acederem aos sistemas das agências federais.

Donald Trump ainda não se pronunciou sobre os ciberataques.

Entretanto, o presidente eleito, Joe Biden, prometeu fazer da cibersegurança uma "prioridade" da sua administração, deixando no ar a possibilidade de se impor sanções aos culpados, inclusive em coordenação com os países aliados.

A Agência Europeia do Medicamento, que avalia fármacos e vacinas para a União Europeia foi alvo, na semana passado, de um ataque cibernético, no entanto, garantiu que não afeta a distribuição das vacinas contra Covid-19.

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