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Rússia excluída do SWIFT

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Direitos de autor Olivier Hoslet/AP
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Novo pacote de sanções paralisa igualmente ativos do banco central russo

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Tem sido anunciada como a mais dura sanção económica de que a Rússia poderia ser alvo. E agora vai mesmo avançar.

Ao excluir estes bancos [russos], eles deixarão de poder realizar a maior parte das transações financeiras à escala mundial, e as exportações e importações russas ficarão efetivamente bloqueadas.
Ursula von der Leyen
Presidente da Comissão Europeia

Foi a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, a declarar que vários bancos russos "vão ser removidos do SWIFT. É uma medida que garante que sejam desconetados do sistema financeiro internacional, afetando a sua operacionalidade a nível global. O SWIFT é o sistema global dominante de pagamentos interbancários. Ao excluir estes bancos, eles deixarão de poder realizar a maior parte das transações financeiras à escala mundial, e as exportações e importações russas ficarão efetivamente bloqueadas. A União Europeia e os seus aliados estão a trabalhar no sentido de debilitar a capacidade de Putin de financiar a sua máquina de guerra."

Este é o pilar da nova série de sanções que Bruxelas, Londres e Washington concertaram, sendo que os ativos do banco central russo no exterior serão igualmente congelados. Os empresários russos deixarão também de poder obter os chamados vistos "gold". Previsivelmente, o impacto destas medidas na economia russa será devastador.

O presidente ucraniano saudou este passo, qualificando-o de "importante vitória" e "de uma decisão justa", que "significa perdas de milhões e milhões para a Rússia". Nas palavras de Volodymyr Zelenskyy, "é um preço concreto a pagar pela invasão traiçoeira da Ucrânia".

A Alemanha, que até agora fazia parte dos países que resistiam a desligar Moscovo do SWIFT, vai mais longe e decidiu enviar para a Ucrânia 500 mísseis terra-ar e armamento anti-tanques. Para além disso, vai interditar o seu espaço aéreo a aviões russos, tal como a Polónia e a Roménia.

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