As opiniões da candidata liberal sobre Von der Leyen, Orbán e a extrema-direita

Marie-Agnes Strack-Zimmermann é uma das três principais candidatas escolhidas pelos liberais europeus para as próximas eleições europeias.
Marie-Agnes Strack-Zimmermann é uma das três principais candidatas escolhidas pelos liberais europeus para as próximas eleições europeias. Direitos de autor CC BY-NC-ND © ALDE Party
De  Jorge Liboreiro
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Artigo publicado originalmente em inglês

Marie-Agnes Strack-Zimmermann e é uma das três principais candidatas escolhidas pelos liberais europeus para as próximas eleições europeias. A deputada de 66 anos espera aumentar a sua influência política e influenciar o debate sobre temas prioritários, tais como apoio à Ucrânia.

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Conhecida na Alemanha pelo seu estilo franco e sem rodeios, Strack-Zimmermann quer trocar o Bundestag, em Berlim, onde preside à comissão de Defesa, pelo Parlamento Europeu, em Estrasburgo. Oapoio à Ucrânia, o futuro da indústria de defesa e a competitividade económica são alguma das suas prioridades.

Tudo isto consta do manifesto de 10 pontos acordado na semana passada pelos liberais europeus antes das eleições de junho, onde esperam manter a sua posição como o terceiro maior grupo do Parlamento.

Mas as placas tectónicas estão em movimento: uma sondagem exclusiva da Euronews prevê um impulso significativo para os partidos de extrema-direita, o que ameaça polarizar o debate e dificultar a aprovação de legislação ambiciosa.

Caberá a Strack-Zimmermann, juntamente com os outros candidatos à liderança, Sandro Gozi e Valérie Hayer, navegar nas águas turbulentas e garantir que a sua família política, Renovar a Europa, continua a desempenhar o papel de mediador de acordos entre o centro-direita e o centro-esquerda.

Antes de entrar em modo de campanha, a Euronews juntou-se a Strack-Zimmermann numa viagem de autocarro para conhecer melhor a sua plataforma e as suas opiniões sobre a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o controverso primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, e o fenómenos da normalização da extrema-direita.

(Veja as declarações no vídeo)

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