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Exposição Universal inflama protestos em Milão

Exposição Universal inflama protestos em Milão
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De  Euronews
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A exposição universal de Milão foi inaugurada, esta sexta-feira, sob uma chuva de gás lacrimogéneo. Uma parada de primeiro de maio contra o evento

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A exposição universal de Milão foi inaugurada, esta sexta-feira, sob uma chuva de gás lacrimogéneo.

Uma parada de primeiro de maio contra o evento, manchado por vários escândalos de corrupção, degenerou em violência entre manifestantes e polícia, no centro da capital económica italiana.

Pelo menos 10 manifestantes foram detidos e 11 polícias ficaram feridos durante os confrontos, inflamados por grupos anarquistas que destruiram montras e mobiliário urbano, incendiando mais de uma dezena de viaturas.

(function(d, s, id) { var js, fjs = d.getElementsByTagName(s)[0]; if (d.getElementById(id)) return; js = d.createElement(s); js.id = id; js.src = "//connect.facebook.net/en_US/sdk.js#xfbml=1&version=v2.3"; fjs.parentNode.insertBefore(js, fjs);}(document, 'script', 'facebook-jssdk'));> È successo in Via Boccaccio, l'ho ripreso dalla finestra. La polizia stava decine di metri dietro, mentre i black block...

Posted by Diana Nastasi on Friday, May 1, 2015

Os milhares de polícias mobilizados para o local recorreram a gás lacrimogéneo, para evitar que a manifestação atingisse a zona da exposição.

Uma manifestante afirma-se indignada com o tema da Exposição – como alimentar o mundo em 2050: “não acredito que as grandes multinacionais que patrocinam este evento tenham a intenção de alimentar o planeta. Nos últimos 20, 30, 40 anos vemos como têm lucros multi-milionários e como poluem o ambiente, como a empresa Monsanto, com os produtos OGM que empobreceram as economias rurais”.

Do outro lado do “muro” dos protestos, milhares de pessoas assistiam à inauguração da Expo 2015, entre as quais o primeiro-ministro italiano.

O parque da exposição, construído sobre um milhão de metros quadrados de terras agrícolas reúne 54 países e conta, entre as animações, com um supermercado do futuro.

Outras tantas razões para inflamar a cólera dos manifestantes anti-mundialização.

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