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UE abre as portas à Turquia para tentar travar refugiados

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A União Europeia estende a mão à Turquia para tentar resolver a crise migratória. Reunidos em Bruxelas pela quarta vez em seis meses, os líderes dos

A União Europeia estende a mão à Turquia para tentar resolver a crise migratória.

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Reunidos em Bruxelas pela quarta vez em seis meses, os líderes dos 28 acordaram um “plano de ação” que inclui uma cooperação reforçada no controlo das fronteiras comuns e mais dinheiro, até 3 mil milhões de euros, para Ancara lidar com os mais de dois milhões de refugiados que se encontram no seu território.

Segundo a Chanceler alemã, Angela Merkel, “discutimos esta noite como é que os estados membros podem contribuir, mas necessitamos de instruções claras. De forma geral há uma opinião favorável sobre o facto de que é melhor alojar os migrantes perto dos seus países de origem do que financiá-los sobre o nosso território, e por isso foi uma discussão muito produtiva”.

Em contrapartida, Ancara espera ver acelerado o processo de adesão à União Europeia, nomeadamente com a liberalização dos vistos para cidadãos turcos.

Sem abandonarem as divisões sobre a repartição dos migrantes, os líderes dos 28 acordaram ainda reforçar os meios da agência Frontex, em especial no repatriamento de refugiados, assim como a criação de um corpo de guardas-fronteiriços europeus.

Angela Merkel desloca-se este domingo a Ancara para tentar selar um acordo com o presidente Erdogan, em plena campanha para as legislativas turcas de 1 de novembro, e quando o chefe de estado é cada vez mais contestado no interior do país.

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