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Violência e detenções em Barcelona

Violência e detenções em Barcelona
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Mais de uma dezena de detidos, em Barcelona, e violência entre manifestantes e polícia de choque, durante um protesto contra o conselho de ministros espanhol que o executivo decidiu realizar na cidade catalã.

Albert Batet, do partido de Carles Puigdemont afirma que "é normal que" se manifestem "de forma pacífico", acrescenta "temos os nossos direitos, o direito de nos reunirmos. Há muitos quilómetros de pessoas que se manifestaram numa situação excecional, porque há pessoas que estão presas, exilados políticos e isso é excecional", afirmou Albert Batet, porta-voz do JuntsxCat, o partido de Carles Puigdemont.

A manifestação juntou separatistas catalães que bloquearam estradas, provocaram a polícia, enquanto esta carregava sobre os manifestantes, perto do local onde o governo central estava reunido.

Voluntários de uma organização não-governamental, Sanitaris per la República, estiveram no local para ajudar, um deles explica que alguns dos manifestantes começaram a mover as grades de segurança e que os "mossos de esquadra" avisaram de que carregariam sobre eles e acabaram por fazê-lo, acrescentava que estavam ali para ajudar os feridos:

Os protestos foram coordenados por um grupo radical independentista, o Comité de Defesa da República. A polícia viu-se mesmo obrigada a arrastar um grupo que se sentou no meio de uma estrada bloqueando a circulação:

"Jornada de tensão máxima nas ruas de Barcelona, apesar do encontro simbólico entre Pedro Sánchez e Joaquim Torra e os apelos à calma, nos últimos dias, as imagens de violência e as detenções entre os separatistas não foram evitadas. Ainda assim, a maioria das manifestações ocorreu, pacificamente, através das principais artérias da cidade", diz a correspondente da Euronews em Barcelona, Cristina Giner.