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Reino Unido obriga à participação de coronavírus

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Reino Unido obriga à participação de coronavírus
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Com a primeira morte registada em território nacional, o Reino Unido toma medidas para restringir o surto de coronavírus.

A partir desta quinta-feira o Covid-19 garantiu uma entrada na lista de doenças de participação obrigatória às autoridades competentes.

Só em Inglaterra, o vírus já infetou mais de uma centena de pessoas. A forma como se tem alastrado pelo mundo está a obrigar as autoridades internacionais a repensar a forma de combate à propagação do contágio

"O plano original - e voltaremos a isto - foi concebido tendo por base a ideia de que se o vírus fosse controlado na China e restringido em todos os outros sítios, iria desaparecer. Acho que agora isso é pouco provável. Diria mesmo que não vai acontecer", afirmou o conselheiro do governo britânico para a Saúde, Chris Whitty.

A Europa reage como sabe e pode à propagação do coronavírus. Depois de Itália ter imposto quarentena a várias cidades e encerrado as escolas, outros países ponderam tomar medidas semelhantes.Como França, onde já morreram sete pessoas e mais de 420 estão infetadas.

No seu consultório em Auray, França, o médico de clínica-geral Eric Henry reconhece as limitações da forma como a doença é atualmente gerida.

"Não temos uma vacina, na verdade, estamos apenas a monitorizar os pacientes, doentes ou não, limitando-nos a isolá-los e a organizar a vida administrativa de um território contaminado, um pouco como Fukushima, nada mais mexe", diz.

Mais a sul, a Grécia é o segundo país dentro da União Europeia a encerrar todas as escolas como medida de prevenção, depois de Itália, onde, numa operação quase militar, o combate ao contágio é feito milímetro a milímetro com a desinfeção dos espaços públicos.