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Alemanha abre inédito julgamento por crimes contra a humanidade na Síria

Alemanha abre inédito julgamento por crimes contra a humanidade na Síria
Direitos de autor AFP
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Um oficial superior dos serviços secretos de Bashar al-Assad, na Alemanha como refugiado, é acusado de 58 assassinatos e a tortura de 4000 pessoas. A Amnistia Internacional qualificou o processo de histórico, um marco na luta contra a impunidade das maiores violações dos direitos humanos na Síria.

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É o primeiro julgamento de sempre contra membros do regime sírio de Bashar al-Assad por crimes contra a humanidade. Na cidade de Koblenz, a justiça alemã abriu o processo contra Anwar Raslans, oficial superior dos serviços secretos sírios, e um subalterno, Eyad al-Gharib.

A acusação explica o que está causa. "De acordo com as informações que recebemos até agora, os acusados eram membros da divisão 251 dos serviços secretos. Nesta divisão 251, que faz parte da máquina de tortura e morte do regime sírio, houve a tortura sistemática, a maioria brutal, de civis".

Raslan é acusado de 58 assassinatos e a tortura de 4000 pessoas. Os dois réus encontram-se na Alemanha como refugiados.

O julgamento é baseado no princípio de justiça universal, a que Berlim aderiu em 2002.

A Amnistia Internacional qualificou o processo de histórico, um marco na luta contra a impunidade das maiores violações dos direitos humanos na Síria.

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