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França reforça recolher obrigatório contra a Covid-19

França reforça recolher obrigatório contra a Covid-19
Direitos de autor Michel Euler/Copyright 2020 The Associated Press. All rights reserved
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De  Euronews
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França decidiu alargar o período de recolher obrigatório em 15 departamentos. Os cidadãos têm que regressar a casa a partir das 6 da tarde em vez das 8 da noite. Já o Reino Unido teme que a nova variante do coronavírus sature hospitais de todo o país à semelhança do que já acontece em Londres.

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Entrou em vigor o horário alargado do recolher obrigatório em 15 departamentos do leste, nordeste e sudeste de França para tentar travar o aumento de contágios por Covid-19. O governo ordenou que o recolher obrigatório entre em vigor a partir das 6 da tarde em vez das 8 da noite.

"Penso que é um mal necessário. O ritmo de infeções em Nice é muito alto, por isso, de uma forma razoável, será possível diminuí-lo, esperamos, para retomarmos uma vida normal", diz um cidadão.

"Não consigo ver o que vai mudar e, na minha opinião, vai ser uma arrelia adicional para as pessoas que deixam os seus trabalhos. Não vão poder ir às compras, por isso vão encontrar-se todos ao mesmo tempo nas compras ao fim de semana, explica outro cidadão.

Quem quiser deslizar na neve alpina italiana numa estação de esqui vai ter que esperar até 18 de janeiro. O governo decidiu adiar as reaberturas que estavam previstas para o dia 7.

Hospitais britânicos temem saturação face a nova variante do coronavírus

O Reino Unido está a mobilizar-se para uma possível saturação dos hospitais à semelhança do que o sistema nacional de saúde já vive em Londres e no sudeste de Inglaterra. A nova variante altamente contagiosa do Saars-Cov2 é apontada como a causa para a ampliação dos contágios.

Mas os reforços de combate estão a iluminar a esperança no mundo. As vacinas estão a imunizar milhares e a caminho dos milhões. A 30 de dezembro, de acordo com dados da "Our World Data", Israel liderava a campanha de inoculação, com 12 por cento dos cidadãos já vacinados, seguido pelo Bahrein e o Reino Unido.

A Índia colocou em marcha um programa que prevê a vacinação de 300 milhões de pessoas em meados do próximo ano.

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