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Novas variantes põem França em alerta

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Novas variantes põem França em alerta
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No Reino Unido mais de 15 milhões de pessoas já receberam a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus. Foram precisas apenas 10 semanas, desde o início do processo de vacinação, para se atingir este marco. Um feito extraordinário para o primeiro-ministro britânico.

Começam agora a ser imunizadas as pessoas maiores de 65 anos e as mais vulneráveis em termos de saúde. Em Inglaterra, explicava Boris Johnson, estão agora a ser inoculados os quatro grupos prioritários, entre eles o das "pessoas com maior probabilidade de ficarem gravemente doentes em caso de infeção. Atingiu-se o primeiro objetivo estabelecido pelas autoridades", frisava Johnson.

Já em França espera-se um aumento no número de casos devido à propagação das novas variantes o que, a confirmar-se, pode levar o país a voltar a adotar medidas mais restritivas.

Para já está previsto o aumento no número de camas nos hospitais, o adiamento de cirurgias não urgentes e a mobilização de todos os recursos médicos.

Na Chéquia, antiga República Checa, o governo aprovou um novo estado de emergência. Uma decisão tomada em reunião extraordinária do executivo após o parlamento ter dito "não" ao alargamento das restrições.

O primeiro-ministro mostrava-se "muito satisfeito" pelo facto de o "bom senso tenha prevalecido, é muito importante trabalharmos juntos e fazermos o nosso melhor para proteger as vidas dos nossos cidadãos", referia Andrej Babiš acrescentando que "a situação não é boa porque a variante britânica do vírus, muito contagiosa, está a alastrar-se pelo país".

Enquanto a Alemanha controla as entradas de veículos vindos da Chéquia - apenas alemães, residentes ou trabalhadores (incluindo entregas) podem entrar e são obrigados a apresentar um teste negativo ao novo coronavírus, pelo menos nos próximos dois dias - em Portugal já entrou em vigor o novo estado de emergência que vai vigorar até um de março.

A situação tem vindo a melhorar no país nos últimos dias, tendo-se atingido o menor número de mortes e contágios em mais de um mês, mas o nível elevado de internamento em cuidados intensivos faz o primeiro-ministro, António Costa, continuar a dizer que a situação é "extremamente grave".