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Covid-19 mata mais de 500 mil pessoas nos EUA

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De  Nara Madeira  com AFP, AP
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Covid-19 mata mais de 500 mil pessoas nos EUA
Direitos de autor  AP/AP

O número de mortes causadas pelo novo coronavírus nos EUA ultrapassou o meio milhão. São números impressionantes - apenas superados, nos últimos cem anos, pela gripe espanhola, ou Pneumónica de 1918 - ainda assim, considerando o número de infetados desde o início da propagação do vírus nos EUA, quase 29 milhões, há menos de dois por cento de óbitos entre todos os doentes que contraíram o vírus.

A vacinação prossegue no país e também em tantos outros. Na Austrália o primeiro-ministro Scott Morrison quis dar o exemplo tornando-se num dos primeiros a receber a vacina contra a COVID-19.

Depois de ser inóculado Scott Morrison apelou à vacinação: "É seguro, é importante, junte-se a nós neste caminho australiano que nos verá sair da pandemia de COVID-19", afirmou o chefe do executivo.

No país começou a ser vacinado quem está na linha da frente do combate à doença, mas também residentes e funcionários de lares de idosos e trabalhadores dos serviços de fronteiras.

Na segunda maior cidade da Rússia, São Petersburgo, quarenta sem-abrigo, dos pelo menos cerca de 15 mil que vivem nas suas ruas, receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Uma ação promovida por uma organização não-governamental, a Notchlejka.

Um sem-abrigo, Vladimir Suvorov, está entre os vacinados: "Eles dizem que é necessário, então é necessário. Geralmente, eu não vou aos médicos, mas é difícil discutir com eles. Esta é uma época diferente e uma vida diferente, agora", afirmou.

A vacina russa está também a ser utilizada em Gaza. Uma doação dos Emirados Árabes Unidos que chegou via Egito já que Israel mantém o bloqueio. Grupos de defesa dos Direitos Humanos pedem ao país, atualmente líder mundial, per capita, da vacinação para garantir que os palestinianos em Gaza e na Cisjordânia sejam vacinados.