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Extrema-direita europeia une-se para evitar a "criação de uma Europa sem nações"

De  Bruno Sousa
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Extrema direita europeia
Extrema direita europeia   -   Direitos de autor  Luca Bruno/The Associated Press
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Dezasseis partidos de extrema-direita e conservadores apresentaram uma declaração conjunta rumo ao que dizem ser "primeira pedra" de uma "grande aliança no Parlamento Europeu". O grupo junta figuras como Matteo Salvini, Marine Le Pen ou Viktor Orbán e afirma ser necessária uma profunda reforma da União Europeia.

À margem da declaração conjunta, a Reunião Nacional de Marine Le Pen publicou ainda uma nota onde alertou para as "forças radicais que pretendem realizar uma transformação civilizacional" e construir "uma Europa sem nações", tendo em vista "a criação de um super-Estado europeu".

Para a força política francesa, "os partidos patriotas mais influentes do continente compreenderam a importância de se associar para assumir outro peso" no parlamento europeu.

O anúncio surge após umas eleições desastrosas para a extrema-direita em França e na véspera de mais um congresso do partido de Le Pen.

Os 16 signatários estão actualmente separados por vários grupos parlamentares e esta união representa um primeiro passo para a formação de um novo grupo, mais à direita.

Lista de 16 signatários:

  • Rassemblement National - França
  • Lega Per Salvini Premier - Itália
  • Fratelli d’Italia – Itália
  • Prawo i Sprawiedliwość – Polónia
  • Fidesz – Hungria
  • Vox – Espanha
  • Freiheitliche Partei Österreichs – Áustria
  • Vlaams Belang – Bélgica
  • Dansk Folkeparti – Dinamarca
  • Eesti Konservatiivne Rahvaerakond – Estónia
  • Perussuomalaiset – Finlândia
  • Lietuvos lenkų rinkimų akcija – Lituânia
  • Partidul Național Țărănesc Creștin Democrat – Roménia
  • Ellinikí Lýsi – Grécia
  • Bălgarsko nacionalno dviženie - Bulgária
  • Ja21 – Países Baixos