Mariupol entra em quarentena devido a possível surto de cólera

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Rússia continua a atacar cidade de Severodonetsk mas presidente ucraniano diz que tropas de Kiev resistem

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Mariupol está em quarentena devido a um possível surto de cólera depois de vários relatos da doença entre a população. As autoridades russas, que controlam a cidade há já várias semanas, dizem ser difícil disfarçar o cheiro que os milhares de cadáveres emanam e falam de um problema de saúde pública.

Petro Andryyshchenko, conselheiro do autarca da cidade, afirmou à BBC, que “o mais difícil na cidade é disfarçar o odor”. Explicando que o cheiro surge nos "aterros sanitários, (...) morgues nos centros comerciais e cadáveres debaixo dos escombros." e que "a cada dia que passa o calor aumenta, e [os cadáveres] aumentam o cheiro". 

Moscovo entrega corpos de soldados da Azovstal

A Rússia começou a entregar os corpos dos combatentes ucranianos que foram mortos na fábrica Azovstal, em Mariupol. 

A informação foi revelada por um comandante militar e ex-líder do regimento Azov. Os corpos estão a ser transportados para Kiev e vão começar a ser testados através do ADN para poderem ser identificados. 

Rússia ataca Severodonetsk mas Ucrânia resiste

A norte de Mariupol, está Severodonetsk, onde as tropas russas estão concentradas. Volodymyr Zelenskyy afirmou no discurso noturno que a Ucrânia está a resistir aos constantes ataques e que região do Donbass se mantém "de pé e firme". 

Firme mas com menos território. As forças de Putin já controlam mais de metade da cidade de Severodonetsk, onde há mais soldados russos do que ucranianos. Uma luta desigual, tal como aconteceu com Mariupol.

A guerra tem sido sangrenta, na região do Donbass, com os dois lados a perderem centenas de homens.

Zelenskyy diz que as negociação com o Kremlin não existem, estão "ao nível zero".

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