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"Vida na Ucrânia continua a ser um inferno", conclui Conselho de Segurança da ONU

Soldados ucranianos disparam contra tropas russas na linha da frente na região ucraniana de Zaporizhzhia, em junho.
Soldados ucranianos disparam contra tropas russas na linha da frente na região ucraniana de Zaporizhzhia, em junho. Direitos de autor Efrem Lukatsky/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
Direitos de autor Efrem Lukatsky/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
De  Verónica Romano
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Embaixadora dos Estados Unidos na ONU acusa Rússia de utilizar alimentos como arma

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"A vida na Ucrânia continua a ser um inferno". 

A observação resultou de uma reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a crise humanitária na Ucrânia, após o marco de 500 dias desde a invasão russa.

"O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos tem documentado uma terrível violação dos direitos humanos, incluindo privação arbitrária da vida, detenções arbitrárias, desaparecimentos forçados, tortura, maus-tratos e violência sexual relacionada com o conflito", disseRosemary DiCarlo, subsecretária-geral para os Assuntos Políticos e a Consolidação da Paz.

Linda Thomas-Greenfield, embaixadora dos Estados Unidos na ONU, criticou o Kremlin por ter suspendido a participação no acordo de cereais do mar Negro. "Mais um ato de crueldade", apontou a embaixadora.

A Rússia esclareceu a sua posição.

A Rússia só vai considerar a reintegração [na iniciativa de cereais do mar Negro] quando forem atingidos resultados concretos, ao invés de promessas e garantias das capitais ocidentais.
Dmitry Polyanskiy
Embaixador da Rússia nas Nações Unidas

Queixou-se ainda de alegados ataques terroristas ucranianos.

O Reino Unido anunciou, na reunião, 14 novas sanções em resposta às "tentativas da Rússia de destruir a identidade nacional da Ucrânia" através da "deportação forçada de crianças ucranianas" para territórios controlados pelos russos.

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