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EUA anunciam 50º pacote de ajuda à Ucrânia, apesar de bloqueio do Congresso

Veículo blindado em estação de serviço
Veículo blindado em estação de serviço Direitos de autor Roman PILIPEY / AFP
Direitos de autor Roman PILIPEY / AFP
De  Nara Madeira com AFP, AP
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Departamento de Defesa dos EUA anuncia 50º pacote de ajuda a Kiev, apoio será adaptado às condicionantes até o Congresso desbloquear fundos adicionais.

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O Departamento de Defesa (DoD) dos EUA anunciou o 50º pacote de ajuda à Ucrânia, que é referente ao apoio que está a ser prestado desde agosto de 2021. 

São "dois bolos" diferentes, um de 125 milhões de dólares de assistência em matéria de segurança, que sai dos "inventários" do DoD, e que inclui mísseis terra-ar, mísseis HIMARS, armamento antitanque, munições, etc., e que pretende "satisfazer as necessidades imediatas da Ucrânia no campo de batalha". E um de "300 milhões de dólares em fundos da Iniciativa de Assistência à Segurança da Ucrânia (USAI) para reforçar as defesas aéreas da Ucrânia, a longo prazo", como se lia no comunicado publicado na internet.

Mas possíveis avanços estão, neste momento, bloqueados no Congresso dos EUA. A Administração Biden apelava a este órgão que "cumpra o seu compromisso para com o povo da Ucrânia, aprovando fundos adicionais para garantir" que a país tem o necessário "para se defender contra a brutal guerra" iniciada da Rússia. 

A assistência à Segurança da Ucrânia é um investimento inteligente na nossa Segurança Nacional. Ajuda a evitar um conflito maior na região e dissuade potenciais agressões noutros locais reforçando, simultaneamente, a nossa base industrial de Defesa e criando empregos altamente qualificados para o povo americano.
Departamento de Defesa dos EUA

A Casa Branca anunciava que está a adaptar a ajuda à Ucrânia até que o Congresso desbloqueie fundos adicionais. 

No terreno, em particular em Avdiivka e arredores, atualmente o ponto crítico da guerra, prosseguiam as evacuações, enquanto as forças russas tentavam fechar o cerco e cortar ligações estratégicas. 

Sobre as perdas do lado russo, O site "Mediazona", um meio de comunicação independente da Rússia, e em parceria com a BBC, confirmava os nomes de 35780 militares russos mortos desde o início da invasão em grande escala. Investigação efetuada através da análise de fontes acessíveis ao público, esclarecia-se. 

Rússia anuncia exercícios militares com Myanmar

Durante uma visita do Comandante-em-chefe da Marinha russa, Nikolai Yevmenov, a Myanmar, Moscovo anunciou a realização de exercícios militares navais com a antiga Birmânia. Um acontecimento inédito, na "história recente" dos dois países.

Uma informação avançada, em comunicado, pelo ministério da Defesa russo, sem se especificar a data de realização dos mesmos. 

A visita ocorre no momento em que se registam combates no norte de Myanmar, perto da fronteira com a China, iniciados por uma ofensiva coordenada entre grupos de minorias étnicas, na semana passada. A maior ameaça desde o golpe de Estado de 2021 que depôs Aung San Suu Kyi.

Moscovo é um aliado importante para a junta militar que tomou o poder, fornecendo-lhe armas e apoio diplomático.

O líder da junta, Min Aung Hlaing, tem mantido estreitas relações com o presidente russo, Vladimir Putin.

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