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Scholz e Lula confiantes em acordo UE-Mercosul

Lula e Scholz reuniaram-se em Berlim
Lula e Scholz reuniaram-se em Berlim Direitos de autor Kay Nietfeld/(c) Copyright 2023, dpa (www.dpa.de). Alle Rechte vorbehalten
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Em Berlim, líderes da Alemanha e do Brasil mostraram confiança na conclusão em breve de um acordo de livre comércio entre os dois blocos, que criará um mercado de 700 milhões de pessoas.

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O chanceler alemão Olaf Scholz e o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva mostraram-se esperançosos nas negociações sobre um acordo de livre comércio entre a União Europeia e o Mercosul e dizem que estas conversações podem estar finalizadas em breve.

Scholz e Lula disseram aos jornalistas em Berlim que apoiam o acordo comercial entre os 27 membros da UE e o Mercosul, formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

O acordo criaria um dos maiores blocos de comércio do mundo, com 700 milhões de habitantes.

"Reiterei ao Chanceler a expectativa de que a União Europeia decida se tem interesse ou não em fechar um acordo equilibrado. Num contexto de fragmentação geopolítica, a convergência das nossas regiões é fundamental para a construção de um mundo multipolar e para o reforço do multilateralismo", disse Lula.

"Estou convencido de que uma maioria em ambos os órgãos, no Conselho Europeu e no Parlamento, será favorável a esse acordo, se for negociado com êxito até ao fim. Peço a todos os envolvidos que sejam tão pragmáticos e dispostos a fazer compromissos quanto possível para que possamos finalmente finalizar este acordo", disse o Chanceler alemão na conferência de imprensa conjunta.

A UE tem estado em conversações com os Estados do Mercosul há mais de 20 anos. No entanto, um acordo de base alcançado em 2019 não foi aplicado devido a várias preocupações, como a proteção da floresta tropical na América do Sul ou o desejo de alguns países europeus de proteger os seus agricultores locais das importações mais baratas do Mercosul.

Os dois líderes também assinaram um acordo bilateral sobre uma parceria para uma "transformação socialmente justa e ecológica" e afirmaram a intenção de colaborar mais estreitamente na luta contra o discurso de ódio na Internet e contra a desinformação.

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