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EUA prometem apoio a Israel na eventualidade de uma guerra em grande escala com o Hezbollah

Faixa de Gaza
Faixa de Gaza Direitos de autor Jehad Alshrafi/Copyright 2024 The AP All rights reserved
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De  euronews
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Os Estados Unidos garantiram a Israel que darão todo o apoio ao Estado judaico em caso de guerra contra o Hezbollah. Um porta-voz das Forças de Defesa Israelitas (IDF) afirmou que "não há qualquer indicação" de que o ataque à delegação do CICV em Gaza tenha sido perpetrado pelo exército israelita.

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Os EUA garantiram a Israel que dariam todo o apoio ao Estado judaico em caso de guerra em grande escala contra o movimento Hezbollah. A informação está a ser avançada pela CNN Internacional, citando um alto funcionário da administração Biden.

Esclarece-se que esta promessa foi feita durante reuniões em Washington entre o Conselheiro de Segurança Nacional Tsachi Hanegbi, o secretário de Assuntos Estratégicos Ron Dermer, o conselheiro de Segurança Nacional dos EUA Jake Sullivan e o secretário de Estado Antony Blinken.

Esta semana, as Forças de Defesa Israelita (IDF, na sigla em Inglês) aprovaram planos para uma eventual ação ofensiva no Líbano e o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Israel Katz, afirmou que os responsáveis israelitas estão próximos de uma decisão para "alterar as regras do jogo contra o Líbano e o Hezbollah".

Em resposta, o chefe do Hezbollah, Hassan Nasrallah, declarou-se disposto a atacar qualquer parte do território israelita em caso de conflito em grande escala e ameaçou entrar em guerra com Chipre, que fornece ao exército israelita portos e aeródromos para exercícios.

Continuam os bombardeamentos em Gaza

Entretanto, o Comité Internacional da Cruz Vermelha anunciou o bombardeamento da sua sede na cidade-tenda de al-Mawasi, no sul da Faixa de Gaza, que causou a morte de mais de 20 pessoas e 45 feridos.

"Os disparos efetuados numa proximidade tão perigosa das estruturas humanitárias põem em risco a vida dos civis e dos trabalhadores humanitários", declarou a organização em comunicado.

O CICV não especificou quem foi o autor do ataque, mas o Ministério da Saúde do Hamas responsabilizou Israel pelo ataque.

"As investigações iniciais mostraram que não há qualquer indicação de que as IDF tenham visado a zona humanitária de Al-Mawasi. A investigação sobre o incidente continua", disse à AFP um porta-voz das IDF.

Israelita morto num ataque à Cisjordânia

Entretanto, na cidade de Qalqilya, na Cisjordânia, um cidadão israelita ficou gravemente ferido e morreu mais tarde no hospital. Posteriormente, surgiram nas redes sociais vídeos do carro em que se encontrava a ser incendiado.

O incidente está alegadamente a ser investigado pelas IDF e pela polícia israelita. Note-se que o incidente ocorreu um dia após a polícia ter comunicado a eliminação de dois militantes do grupo terrorista Jihad Islâmica durante uma rusga em Qalqilya.

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