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Pelo menos sete pessoas morrem em Belgorod com obus ucraniano

Ataque destruiu parcialmente edifício de vários andares
Ataque destruiu parcialmente edifício de vários andares Direitos de autor Evgeniy Maloletka/AP
Direitos de autor Evgeniy Maloletka/AP
De  Euronews com AP
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Ataque ucraniano à cidade fronteiriça russa segue-se à ofensiva da Rússia no nordeste da Ucrânia. Forças de Moscovo terão tomado cinco aldeias.

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Pelo menos sete pessoas morreram e 15 ficaram feridas após o desmoronamento parcial de um edifício de apartamentos de vários andares na cidade russa deBelgorod, na sequência de um alegado ataque ucraniano, na madrugada deste domingo.

"Na montanha Kharkovskaya, como resultado de um ataque de um obus a um edifício de apartamentos, toda a fachada do décimo ao primeiro andar ruiu", escreveu o governador de Belgorod no seu canal no Telegram. 

Na sequência deste ataque, mantém-se o perigo de novos colapsos de edifícios residenciais, segundo os serviços operacionais.

Rússia toma cinco aldeias na região de Kharkiv

Entretanto, continua a ofensiva russa na região de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia. As forças de Moscovo terão capturado cinco aldeias num novo ataque terrestre nesta zona, informou o Ministério da Defesa russo no sábado. Os jornalistas da Associated Press na cidade de Vovchansk descreveram vários edifícios destruídos após ataques aéreos russos e barragens de foguetes Grad.

As autoridades ucranianas não confirmaram se os russos tinham tomado as aldeias, que se situam numa "zona cinzenta" contestada na fronteira entre a região ucraniana de Kharkiv e a Rússia.

Os jornalistas ucranianos informaram que as aldeias de Borysivka, Ohirtseve, Pylna e Strilecha foram tomadas pelas tropas russas na sexta-feira. A Rússia afirmou que a aldeia de Pletenivka também foi tomada. 

De acordo com as autoridades ucranianas, o novo ataque à região obrigou à fuga de mais de 1.700 civis que residiam em povoações próximas dos combates. O ataque surge depois de, em março, a Rússia ter intensificado os ataques contra as infraestruturas energéticas e as povoações, o que, segundo os analistas, constituiu um esforço concertado de Moscovo para preparar uma ofensiva.

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