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Greve por tempo indeterminado pára Liga espanhola

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Greve por tempo indeterminado pára Liga espanhola
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Ninguém nas bancadas, ninguém dentro das quatro linhas. Pela primeira vez a Liga feminina espanhola parou devido a uma greve e este fim de semana não se jogou um único encontro da nona jornada.

As jogadoras do país vizinho estão em greve por tempo indeterminado, o objetivo é conseguir um acordo com os clubes para um contrato coletivo de trabalho. Paloma Fernández, capitã do Espanyol, admite estar "triste por a situação ter chegado a este ponto".

A discórdia não está nos 16 mil euros anuais de salário mínimo mas sim no tempo parcial mínimo para as futebolistas. As jogadoras exigem pelo menos 75% de parcialidade, os clubes não querem ir além dos 50%, que na prática se traduzem em 8 mil euros anuais de salário mínimo.

Os clubes da Liga feminina argumentam não ter capacidade financeira para fazer face às pretensões das futebolistas e que se estas fossem aceites vários clubes seriam obrigados a fechar as portas.

A greve atinge apenas os encontros da Liga espanhola, as futebolistas já afirmaram que irão continuar a honrar os compromissos nas competições europeias e nos jogos da seleção.

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