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Multidão participa no cortejo fúnebre de Soleimani

Multidão participa no cortejo fúnebre de Soleimani
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AP
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"A América é o Grande Satanás" foram as palavras que se ouviram no cortejo fúnebre do general iraniano Qassem Soleimani, que o presidente dos Estados Unidos mandou matar. Dezenas de milhares de pessoas percorreram as ruas das cidades santas xiitas de Kerbala e Najaf e de Bagdad, onde Soleimani foi assassinado.

O primeiro-ministro demissionário do Iraque, Adel Abdel Mahdi, participou nas cerimónias fúnebres do general iraniano e do líder iraquiano Abu Mehdi al-Muhandis, que também foi morto no ataque norte-americano.

Dezenas de milhares de iranianos protestaram contra a ofensiva dos Estados Unidos numa altura em que se espera o contra-ataque já anunciado do Irão. "Os iranianos podem atacar diplomatas americanos ou forças militares no Iraque. Isso certamente está em cima da mesa. Podem atacar navios no Golfo. Isso também estará em cima da mesa. Eles têm uma rede internacional de redes terroristas que apoiam. Podem usá-las ", afirmou o professor universitário Richard Shultz.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que Soleimani foi morto "para parar uma guerra" e que o país está preparado para qualquer resposta iraniana.

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