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EUA e Talibãs assinam acordo histórico

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EUA e Talibãs assinam acordo histórico
Direitos de autor  ASSOCIATED PRESS   -   Hussein Sayed
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É um acordo histórico que põe fim a 18 anos de guerra: Os Estados Unidos e os Talibãs do Afeganistão assinaram um acordo de paz que implica concessões de ambas as partes: O governo norte-americano compromete-se a reduzir, em 135 dias, a presença militar de 14.000 para 8600 soldados, enquanto os talibãs prometem romper os laços com a A-Qaida e iniciar conversações com o governo afegão.

Se as condições forem cumpridas, os Estados Unidos deverão retirar-se completamente do Afeganistão em 14 meses.

O mulá Abdul Ghani, porta-voz dos talibãs, mostrou esperança no acordo, mas não deixou de falar num "regime islâmico" para o Afeganistão: "A nação afegã tem sofrido nas muito nas últimas quatro décadas. Espero que a retirada das forças norte-americanas do Afeganistão faça com que a nação afegã, sob o regime islâmico, tome o rumo de uma nova vida próspera", disse.

O acordo foi duramente criticado pelo ex-conselheiro para a Segurança John Bolton.

Mike Pompeo, secretário de Estado dos EUA, deixou claras as intenções norte-americanas: "Esta é a nossa posição sobre os passos que os talibãs devem dar para que este acordo seja um sucesso - primeiro, manter a promessa de cortar os laços com a Al-Qaida e outros grupos terroristas. Segundo, continuar a luta para derrotar o Daesh".

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