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Europa sai gradualmente do confinamento

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Europa sai gradualmente do confinamento
Direitos de autor  JESSICA TAYLOR/AFP
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Com pequenos passos, a Europa está a sair do confinamento ditado pela Covid-19. Se nos países mais a sul a qurentena continua a ser a regra, a norte, a vida retoma muito lentamente. Nos Países Baixos, algumas lojas reabriram. As escolas primárias retomam no dia 11 de maio, depois da Dinamarca e da Noruega, que o fizeram esta semana.

França vai começar a distribuir máscaras dentro de duas semanas e abre as escolas primárias em maio, embora o governo tenha frisado que o regresso às aulas seria voluntário. A data proposta para o fim do encerramento continua a ser 11 de maio, mas ainda não há planos para a reabertura das lojas e dos locais públicos.

Na Alemanha, a indústria começa a regressar ao trabalho. A Volkswagen, uma das maiores gigantes mundiais do setor automóvel, reabriu a fábrica onde estão a ser produzidos os automóveis eléctricos da empresa para o mercado de massas.

Itália e Espanha, os dois países mais castigados na Europa, também estão desejosas de pôr fim ao confinamento, mas o mais importante, para já, é ser cauteloso. O número diário de mortos nesses dois países, embora tenha vindo a baixar, continua a ser de centenas.

Espanha vai deixar que os menores de 14 anos passem a poder sair para curtas caminhadas com adultos a partir de segunda-feira, enquanto Itália quer começar a reabrir no dia 4 de Maio.

O Reino Unido continua bloqueado e sem data para reabrir. Na quinta-feira, registou o maior aumento no número de mortes por coronavírus na Europa, o segundo a nível mundial depois dos EUA.

Uma pequena esperança vem de Oxford, onde os cientistas iniciaram os testes humanos para uma possível vacina contra o vírus.

Explica o investigador principal do grupo, Andrew Pollard: Já tínhamos estado a trabalhar com o coronavírus MERS, foi então possível mudar o gene do coronavírus MERS para este novo SARS-coronavírus-2 que surgiu no final do ano passado. Por isso, usamos o mesmo tipo de vacina, porque já sabíamos muito sobre o desempenho e a biologia".

A equipa que está por detrás da nova vacina espera conseguir reverter o jogo na luta contra a COVID-19.