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Portugal volta ao estado de calamidade

António Costa
António Costa Direitos de autor MANUEL DE ALMEIDA/ 2021 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
Direitos de autor MANUEL DE ALMEIDA/ 2021 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
De  Ricardo Figueira
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Mesmo quem tem todas as vacinas exigidas para ter o certificado digital vai precisar de um teste de Covid negativo para entrar em Portugal.

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Portugal volta, no dia 1 de dezembro, ao estado de calamidade. Com o número de casos e de mortes por Covid-19 a aumentar, o governo quer evitar a todo o custo um cenário parecido ao de janeiro deste ano, particularmente trágico.

As medidas ficam mais apertadas, a pensar nas festas de Natal e fim de ano: A máscara volta a ser obrigatória nos espaços fechados, o teletrabalho e os autotestes regulares são encorajados e o regresso às aulas é adiado em uma semana, para evitar que as crianças e adolescentes sejam veículos de transmissão depois das reuniões familiares. 

As medidas foram apresentadas, esta quinta-feira, pelo primeiro-ministro António Costa: "Não obstante o sucesso da vacinação e do esforço que temos de prosseguir, temos de ter consciência de estar a entrar numa fase de maior risco. Assistimos a um crescimento significativo da pandemia nos restantes países da União Europeia e Portugal não é uma ilha", disse o primeiro-ministro.

Assistimos a um crescimento significativo da pandemia nos restantes países da União Europeia e Portugal não é uma ilha.
António Costa
Primeiro-ministro de Portugal

Entrar no território português passa também a ser mais difícil. Mesmo quem tem todas as vacinas exigidas para ter o certificado digital vai precisar de um teste de Covid negativo para entrar em Portugal. As companhias aéreas que descuidem este controlo arriscam-se a pesadas multas.

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