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Cimeira para um Novo Pacto Financeiro Global termina sem progressos

O anfitrião da cimeira com o presidente brasileiro
O anfitrião da cimeira com o presidente brasileiro Direitos de autor Christophe Ena/AP
Direitos de autor Christophe Ena/AP
De  euronews
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Os líderes não chegaram, por exemplo, a acordo para criar um imposto sobre os gases com efeito de estufa emitidos pelo transporte marítimo internacional.

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Terminou a Cimeira para um Novo Pacto Financeiro Global, em Paris, sem que os líderes que participaram tenham chegado a acordo para criar um imposto sobre as emissões de gases com efeito de estufa produzidos pelo transporte marítimo internacional, ou concretizar as promessas de transferir 100 mil milhões de dólares para os países pobres através do FMI.

Tal como outros líderes, o presidente brasileiro, Lula da Silva, defendeu fazer tábua rasa. "Aquilo que foi criado depois da Segunda Guerra Mundial, as instituições de Bretton Wood não funcionam mais e não atendem mais às aspirações, nem aos interesses da sociedade. Vamos deixar claro que o Banco Mundial deixa muito a desejar naquilo a que o mundo aspira do Banco Mundial. Vamos deixar claro que o FMI deixa muito a desejar naquilo que as pessoas esperam do FMI", disse.

O presidente francês, Emmanuel Macron, disse que existe um "consenso total" para reformar as organizações financeiras globais, de forma a torná-las "mais eficientes, mais justas e mais adaptadas ao mundo de hoje".

Em Paris, manifestaram-se ativistas do clima, como Greta Thumberg, acusando os líderes mundiais de estarem a falhar a um planeta exausto devido à lógica do dinheiro.

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