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Eleições antecipadas para mudar executivo nos Países Baixos

Países Baixos regressam às urnas
Países Baixos regressam às urnas Direitos de autor Peter Dejong/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
Direitos de autor Peter Dejong/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
De  Patricia Tavares
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Primeiro-ministro Mark Rutte pediu a demissão no inicio de julho.

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Os Países Baixos regressam às urnas esta quarta-feira para escolher um novo governo. É um sufrágio antecipado após a queda do governo liberal conservador de Mark Rutte, no início de julho, devido à falta de acordo num plano para gerir os refugiados no país.

Rutte retira-se e a batalha política anteve-se equilibrada, abrindo a perspetiva de uma nova coligação para assegurar o executivo.

A sucessora do ainda primeiro-ministro interino no Partido para a Liberdade e Democracia (VVD), Dilan Yeşilgöz, tem a difícil tarefa de manter os liberais conservadores no poder, mas de acordo com a derradeira sondagem da “I&O Reseach” está empatado com os principais rivais.

À cabeça, o nacionalista Partido da Liberdade, de Gert Wirlders. O PVV surgia aliás com uma escassa vantagem de décimas percentuais na referida estimativa. Também na casa dos 17%, surge a coligação de centro esquerda, que reúne os Verdes aos Trabalhistas do ex-vice preisdente da Comissão Europeia Franz Timmermans.

E depois há ainda a surpresa do recém criado partido Novo Contrato Social, de orientação cristã democrata, que poderá chegar aos 14%, o que daria a Pieter Omtzigt, o líder, um papel determinante num futuro governo. 

Com a imigração, a inflação e a batalha cilimática a dominar os debates, a grande questão será saber se o executivo vai incluir a esquerda e manter-se próxima da União Europeia ou se se vai inclinar para a extrema-direita e distanciar-se de Bruxelas.

Há 150 assentos parlamentares em jogo. A decisão cabe aos eleitores neerlandeses.

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