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Trump paga 175 milhões de dólares para evitar apreensão de bens em caso de fraude

Donald Trump
Donald Trump Direitos de autor Frank Franklin II/Copyright 2024 The AP. All rights reserved.
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De  Euronews
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Antigo presidente norte-americano foi condenado a pagar 454 milhões de dólares mas recorreu da sentença e alegou que não conseguia pagar um valor tão elevado de caução.

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Donald Trump pagou uma caução de 175 milhões de dólares, cerca de 163 milhões de euros, num caso de fraude civil em Nova Iorque, impedindo assim o Estado de lhe apreender os bens para garantir o pagamento da dívida durante o recurso.

Com este pagamento, fica assim suspensa a cobrança da dívida de cerca de 454 milhões de dólares, cerca de 420 milhões de euros, que Trump tinha sido condenado a pagar, de acordo com a sentença num caso em que o antigo presidente e atual candidato presidencial tinha sido condenado, juntamente com outros executivos da sua empresa, por ter inflacionado a riqueza em declarações financeiras.

O juiz Arthur Engoron concluiu em fevereiro que Trump, a sua empresa e os principais executivos - incluindo os filhos Eric e Donald Trump Jr. – conceberam um plano para enganar bancos e seguradoras, inflacionando a riqueza com base em falsas provas financeiras, para garantir empréstimos e fazer negócios.

A 19 de março, os advogados de Donald Trump informaram o tribunal de Nova Iorque de que o antigo presidente não tinha como pagar 454 milhões de dólares exigidos para poder recorrer no processo em que fora condenado por fraude.

Segundo o documento então apresentado à justiça, a equipa jurídica de Trump admitia que "obter o montante total para a caução de recurso" não era possível "nas circunstâncias apresentadas", uma vez que mais de 30 empresas especializadas no pagamento de cauções de montantes elevados recusaram ser fiadoras do antigo presidente, devido ao elevado montante, não tendo aceitado como garantia os bens imobiliários de Trump.

A 25 de março, o tribunal de recurso deu a Trump 10 dias para pagar uma soma inferior ao valor total, garantindo-lhe que o pagamento impediria que a procuradora-geral de Nova Iorque, Letitia James, fosse atrás das suas propriedades para fazer cumprir a decisção da Justiça.

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