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Secretário-geral da NATO promete reforço do apoio à Ucrânia na véspera da cimeira em Washington

Stoltenberg e Austin encontraram-se no Pentágono.
Stoltenberg e Austin encontraram-se no Pentágono. Direitos de autor AP Photo
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De  Euronews
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Antes da cimeira em Washington, Jens Stoltenberg encontrou-se com o Secretário da Defesa dos EUA.

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O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Lloyd J. Austin, reuniu-se no Pentágono com o ainda secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg. O encontro decorreu véspera da cimeira da NATO, que decorre esta semana, em Washington, para comemorar o 75º aniversário da Aliança Atlântica.

Os dois responsáveis sublinharam a importância desta aliança militar, numa altura de desafios sem precedentes, provocados pela invasão da Ucrânia por parte da Rússia.

"Na cimeira, vamos tomar decisões para reforçar ainda mais o nosso apoio à Ucrânia", assegurou Stoltenberg. "Na Ucrânia, a Rússia continua com uma guerra brutal. Ainda hoje, vimos ataques horrendos com mísseis contra cidades ucranianas, que mataram civis inocentes, incluindo crianças."

" A (Rússia) de se sentar e aceitar uma solução em que a Ucrânia prevaleça como nação soberana e independente", acrescentou.

Novos desafios da Aliança Atlântico

Para além da guerra da Rússia na Ucrânia, a NATO enfrenta outros desafios. Entre estes, o conflito entre Israel e o Hamas em Gaza, o papel da China no palco internacional e também o empenho dos Estados-membros em cumprirem os compromissos com a Aliança Atlântica.

Em ano de eleições, as atenções viram-se ainda mais para os Estados Unidos. Há incerteza sobre a capacidade do presidente Joe Biden para liderar o membro mais poderoso da aliança, caso volte a vencer as eleições. O regresso de Donald Trump à presidência também não é bem visto com bons olhos, uma vez que o antigo presidente se mostra cético em relação à NATO.

Esta cimeira marca também a despedida de Jens Stoltenberg, que lidera a NATO desde 2024 e vai ser substituído por Mark Rutte. O antigo primeiro-ministro neerlandês foi escolhido para o cargo em junho, depois de o presidente da Roménia, Klaus Iohannis, ter desistido da candidatura.

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