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Mais de 17 mil infetados com o coronavírus

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Mais de 17 mil infetados com o coronavírus
Direitos de autor  Arek Rataj/AP
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Com os números do coronavírus a agravar-se, vários países da Europa começam a receber cidadãos repatriados da China, em especial da região de Wuhan, a mais afetada pelo surto.

Só na China, o número de infetados ultrapassa os 17 mil e há mais de 360 mortos, dos quais 57 este domingo. O Balanço mortal do coronavírus na China é já maior que o da epidemia de Síndrome Respiratória Aguda (SARS) no início dos anos 2000.

À chegada a Roma de uma série de repatriados, um representante da diplomacia italiana diz que uma pessoa ficou na China, por apresentar sintomas: "Está num apartamento da embaixada, acompanhada por pessoas italianas que decidiram ficar em Wuhan", explica Stefano Verrecchia, do gabinete de crise do Ministério dos Negócios Estrangeiros italiano.

A política tem sido a mesma em todos os países onde chegam repatriados de Wuhan: Colocar as pessoas de quarentena durante duas semanas. É o que acontece, por exemplo, no hospital de Arrowe Park em Liverpool, no Reino Unido.

"Hoje é o primeiro dia da quarentena. Disseram-nos para usar as máscaras se formos a zonas comuns, mas podemos tirá-las no quarto", diz Kharn Lambert, um dos repatriados retidos nesta unidade.

Segundo o ministério dos Negócios Estrangeiros da China, até agora há notícia de 16 estrangeiros infetados com o vírus, dos quais dois já tiveram alta. Vários estão à espera de poder ser repatriados numa segunda onda, enquanto outros optaram por ficar em Wuhan. A região está isolada do resto do país, num esforço de conter a epidemia.