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Scholz apela a solução diplomática para a crise na Ucrânia

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Scholz apela a solução diplomática para a crise na Ucrânia
Direitos de autor  Maxim Shemetov/AP

O presidente russo afirma que não quer uma guerra na Europa. Numa conferência de imprensa após uma reunião com o chanceler alemão, Vladimir Putin afirmou que a Rússia apresentou propostas para negociação, no entanto, sublinhando que não tem havido respostas construtivas por parte do Ocidente.

Putin afirmou que a NATO não pode reforçar a sua segurança à custa de outros países e sublinhou que não pretende que haja um conflito armada na Ucrânia e foi por isso que a Rússia apresentou "propostas para um processo de negociações".

Por seu lado, o chanceler germânico afirmou que é necessário encontrar um caminho diplomático para o conflito na Ucrânia. No entanto, Olaf Scholz sublinhou que a integridade territorial é "inegociável".

O chefe do Executivo alemão espera que as negociações não cheguem a um beco sem saída pois, para a sua geração "a guerra na Europa tornou-se impensável e tem de se garantir que se mantém assim. É o dever e obrigação de Chefes de Estado e de Governo evitar uma escalada bélica na Europa".

A Organização do Tratado do Atlântico Norte saúda a abertura manifestada pela Rússia para resolver pela via diplomática o conflito com a Ucrânia.

O secretário-geral, Jens Stoltenberg, afirmou que "há terreno para um otimismo cauteloso baseado nos sinais vindos de Moscovo de que estão prontos a empenhar-se, de que continuam a empenhar-se num esforço diplomático". Stoltenberg assegurou, também, que a Aliança Atlântica vai continuar a empenhar-se "num esforço diplomático".

A desmobilização de militares russos, na fronteira ucraniana motivou uma conversa telefónica entre o chefe da diplomacia norte-americana, Anthony Blinken, e o homólogo russo, na qual Sergey Lavrov apelou a um diálogo pragmático.

Está prevista, para esta terça-feira, também uma conversa entre Joe Biden e Emmanuel Macron onde os presidentes dos Estados Unidos e de França vão discutir sobre a crise na Ucrânia.