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França muito perto dos 100 mil mortos por Covid

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Covid-19 em França
Covid-19 em França   -   Direitos de autor  Michel Spingler/Copyright 2020 The Associated Press. All rights reserved
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França

Esta quinta-feira é o dia em que o número oficial de mortes por Covid-19 em França deve ultrapassar os 100 mil. Mesmo se o número de pacientes nos cuidados intensivos está em ligeira quebra, a pressão nos hospitais não dá sinais de acalmar.

Apesar do confinamento, os números de infeções e mortes diárias, tal como as taxas de ocupação das camas de cuidados intensivos, continuam altos no país. A data do desconfinamento é agora apontada como sendo em meados do próximo mês.

O presidente Emmanuel Macron visitou uma unidade de psiquiatria pediátrica para avaliar os efeitos da pandemia na saúde mental das crianças.

Entretanto, o processo de vacinação continua e a vacina da Johnson and Johnson vai ser distribuída em França, apesar de ter sido suspensa nos Estados Unidos. O porta-voz do governo, Gabriel Attal, diz que "a vacina foi autorizada pelas agências Europeia e Francesa e, por isso, vai ser administrada nas mesmas condições que a da AstraZeneca, ou seja, às pessoas com mais de 55 anos".

Bélgica

Em vários países da Europa, as restrições estão agora a ser aligeiradas... É o que se passa, po exemplo, na Bélgica, onde atravessar a fronteira para turismo ou outras deslocações não-essenciais volta a ser possível, o que não acontecia desde janeiro.

Grécia

O país vai também fazer com que seja mais fácil viajar. A partir da próxima semana, os viajantes da União Europeia e de cinco outros países, incluindo o Reino Unido, deixam de estar obrigados a fazer quarentena à chegada ao país, desde que tenham sido vacinados ou possam apresentar um teste negativo de Covid-19.

Países Baixos

E em Utrecht, nos Países Baixos, cinco cafés foram reabertos, como parte de uma experiência: "No início pareceu um pouco surreal ver as pessoas à nossa volta sem máscara. Quando nos sentamos, podemos tirar a máscara. No princípio ficamos a pensar se podemos mesmo, mas depois ficamos contentes por nos estarmos a aproximar do antigo normal", disse um jovem que participou.

Para esta experiência, houve mais de meio milhão de voluntários, mas só três mil tiveram a sorte de poder participar, sendo que para isso tiveram de apresentar um teste de Covid-19 negativo.